quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

no momento: raiva

situações desnecessárias e desagradáveis que estragam a noite, o dia, a vida de um ser humano. tenho a impressão que solução seria a compreensão em saber que existem diferenças e momentos. ninguém é igual. e as nossas ações parecem ser sempre resultado do que sentimentos e queremos, mesmo que inversas. ninguém sabe, ninguém viu, ninguém nunca ouviu falar o quão é difícil não conhecer a pessoa que está ao seu lado há... desde que você nasceu. (palavrões)

domingo, 13 de novembro de 2011

e o amor?

não foi o amor que acabou, sim a história construída e montada pelo monstro escondido debaixo da minha cama, que voltou a dominar todo o meu quarto e me perseguir pelos dias que se seguem. e quanto ao amor, o choro não comove a mim... prejudica você! permita-se as possibilidades e construções, os caminhos são diversos. e quais personagens vão estar? isso não posso confirmar, mas eu adoro os super heróis, é tudo ficção mesmo.

[aqui entra uma foto revelada, mas que eu rasguei. perdi]

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

empada

Digamos que você estuda em uma universidade pública e não concorda com o que acontece por lá: o sistema é falho, as operações não condizem com os fatos, muito tudo errado. O você faz? Junta seus amigos e luta pelos seus direitos, afinal (são tantos motivos que não caberiam aqui). Você não entrou ali atoa, nem de graça. Se esforçou o bastante para conseguir ingressar em uma ótima universidade que é bancada pelo estado e - putz - não consegue se desenvolver de maneira correta, pois a situação está péssima.

Então me diz se agora você fosse estudante em uma faculdade particular, cuja mensalidade custa quase quinhentos reais, procurando lá se desenvolver no mundo acadêmico para atingir o mercado profissional de maneira promissora, quando de repente... encontra problemas operacionais e sistemáticos... o que fazer? | Independente da cidade que você resolveu estudar |

Se na universidade pública, onde - diretamente - você não paga seus estudos, você luta pelo que é de direito seu, em uma faculdade particular - onde você paga pelos serviços e bens lá oferecidos - você vai fugir por achar 'coisas' erradas? Vai trocar de faculdade, é isso? Dar as costas para o lugar que você investe no seu futuro, porque ele não está condizente com o que dizia ser? Até onde vai o poder do consumidor em exigir o que lhe é oferecido? Porque existem pessoas que reclamam, reclamam e desaparecem do universo reclamando sem nada terem feito para mudar o que achavam estar errado? Mudar de faculdade em uma certa altura do campeonato por enxergar falhas? Não seria melhor você conseguir muda-las, agindo ou exigindo? 500 reais mensalmente pra quê, né?

O direito de reclamar e querer mudar é de qualquer um, principalmente daquele que está em dia com suas obrigações. Correr atrás da mudança e fazer com que o problema acabe antes do fim é para poucos. Amanhã poderá ser um tormento e atrapalhar o desenvolvimento de uma pessoa que está prestes a ingressar na mesma faculdade que você e amanhã sentar na cadeira que era sua. O problema é estar e ficar relaxado vendo situações extremas e erradas acontecerem... Esse é o grande problema das pessoas que pagam pelos serviços, a tal comodidade.

Minha gente, essa empada que pedi está com pouco queijo. Próxima lanchonete.
E quem dirá aos senhor da lanchonete que a sua empada precisa de mais queijo?

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Para ser sincero....

Escrevendo aqui com uma caligrafia feia, palavras sem nexo, desordenadas e confusas, venho dizer-te que o preço que estou pagando pelo desejo de sentir seu coração batendo saudável custou-me dores, também. Não é que seu coração estivesse um dia em pedaços, pois sei que ele é um bom coração, mas vê-lo livre é o meu conforto. Seus sorrisos - então - sempre tão brilhantes e sinceros, alegrando as mais e tantas diversas muitas ocasiões... onde estão? E eu, o que posso exigir? Danem-se os astros, os autos, os signos, os dogmas, os búzios, as bulas, anúncios, tratados, ciganas, projetos, profetas, sinopses, espelhos, conselhos... Se dane o evangelho e todos os orixás... Nem em um Dueto com Chico consta o que terei.

Peço-imploro-quero que o tempo passe rápido, pois se continuar assim eu não aguentarei. Assim como é dolorido para você, é para mim. Nos últimos dias perdi 4 pessoas. E quando falo que perdi, quero dizer que nada será como antes... E eu não posso com isso.

Que você encontre coisas boas, as que não pude dar. Você é plural e ímpar!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Protestos, campanhas e redes sociais

A respeito das campanhas em combate a... nas redes sociais.

"100 mil usuários trocam suas fotos de perfil no Facebook por campanha contra a violência infantil."

Será que a troca da imagem de perfil irá combater o abuso infantil? Essa parece não ser a proposta da campanha, - pois a fundo - ela foi criada como representação à preocupação com a violência infantil e as demais formas de abusos. As críticas a cerca da movimentação e do alcance da campanha nas redes sociais só não supera a quantidade de perfis que fizeram a troca. Entendida como manifestação e protesto contra pedófilos ou exploradores infantis (ela também é), a campanha na verdade se alia ao sentimento nostálgico depositado nas imagens dos desenhos, com a identificação do quão foi/é bom ser criança e a sensibilidade ao pensar e observar a situação das atuais crianças (de conteúdo e acionais).

A campanha se expande e chega aos grupos reais, face a face. E esse parece ser o foco não pretendido, mas alcançado: tomou grandes proporções e gerou discussões a respeito do que não foi, já está ou será feito para combater a violência infantil. É agora tomado como tema em conversas de bares, reuniões, faculdades e - finalmente - governamentais.

Não. Não foi a troca da foto do meu perfil que combateu o abuso infantil, mas a mobilização de 100 mil pessoas para um determinado assunto, que por ora estava esquecido e precisou de ações e discussões para ser lembrado. A força da mobilização ganha e tem dimensões cada vez mais extensas, mas assim como no mundo real, sempre existirão os que são contra e os que estão deitados no final do pêlo do coelho, que está na cartola do mágico. Eles não se preocupam em ir ao topo olhar o que é, o que está acontecendo e qual será a solução. Nada fazem, apenas esperam.

E se você acha que de nada adiantou uma mobilização em uma rede social e que as 100 mil pessoas deveriam se juntar para doar um brinquedo cada, comece sugerindo e não criticando. Seja o primeiro a dar o passo e a reunir o seu grupo para fazer doações. Mas saiba que dar um presente não é a melhor maneira de resolver o problema dos outros, o nome disso é mascarar. São situações diversas e contrárias e para cada uma há de ter uma solução.

A quem aderiu a campanha: parabéns e obrigado. Isso mostra não só uma preocupação e apoio aos que sofrem com os abusos infantis, mas a consciência à participação coletiva (e necessária) diante das redes de relacionamento. A você que não aderiu, eu sei que se importa e também é preocupado com os abusos, mas repense quanto ao seu silêncio diante das situações ou as suas palavras.

A recomendação é a procura pelo ângulo positivo da situação e construir, através dele, ações positivas e construtivas. rs

ps: Porra, que saudade da minha infância!

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

paciência

Palavras. ao mesmo tempo que as odeio, adoro. depende da vista - de quem a faz e quem vê. os olhos conseguem interpretar sentidos que nem queríamos dizer, e sentir. o problema está em querer ser escutado e apenas ser visto. há diferenças entre o ler e o entender, e sentir(2).
Internet. ao mesmo tempo que a amo, odeio. junto as palavras e a internet e o que tenho nem sempre é o resultado esperado. novamente: depende de quem a faz e quem vê.
Dependência... até quando? (penso já saber a resposta)

aos olhos podres, desanimados e maldosos: paciência!


sábado, 13 de agosto de 2011

ansiedade pelo amanhã. só.

domingo, 31 de julho de 2011

”Eu não quero que seja certo, nem que seja pra sempre. Eu só quero que seja.”