Se existe um desafio que temos de enfrentar em nossa vida é
conhecer nossos limites. Quando digo conhecer, é o do tipo refletir e ter
controle sobre nós. É preciso uma boa consciência de si mesmo para não
deixar a emoção tomar conta do seu ser; É preciso, em determinados momentos,
abusar da razão e até apelar ao esconder-se do sentido (calar).
Trabalhoso para que esse limite seja compreendido e posto em prática é, por exemplo, aprender a demonstrar e lidar com os sentimentos que são naturais, tais como amor, raiva, tristeza. Todos sentimos, não é!? O difícil - e ruim - é que emoções contidas por (eu aqui sinto motivos de trabalho) qualquer motivo que seja pode uma hora explodir, não no sentido de abrir a boca e soltar tudo de uma vez, mas como em uma inesperada doença. { Sabe aquela dor na cabeça de ontem? Vai saber }
A filosofia tem sido um grande auxilio na busca e entendimento de certas ações extras eu, de como devo me comportar, observar e externar - ou não. "Devo conversar com?" Esse desafio pode ser compreendido também como o autoconhecimento e o aprender a... E para que fique entendido como procuro esse aprendizado, é que a filosofia é sair do eu-comum, questionar-se e buscar muitas das vezes não respostas, mas novos questionamentos. E não que seja mais fácil ir com 'Sofia' e encontrar perguntas pelos questionamentos no lugar de respostas, é que dessa maneira eu estarei sempre em busca de mais conhecimento; estarei buscando me entender e tudo a minha volta, para assim encontrar o equilíbrio, os limites.
“Questionar é criar condições de avançar. Para fazer uma pergunta, precisamos pensar que há algo no qual ainda não pensamos, precisamos saber que não sabemos algo. E isso nos põe em condições de aprender” (SARDI, 2004, p.14).
Do desafio (um dos) que atualmente enfrento, retiro um aprendizado (de tantos) sobre o eu e a vida: Ser bonzinho é bom pra você e sua consciência, não para os outros. Poucos compreenderão suas atitudes, bem como o respeitarão; poucos o enxergarão. E dizendo em palavras diretas na vontade de gritar: - Estou engasgado, chateado e tendo fortes consequências psicológicas por não poder (mesmo) externar no ambiente em que desejo o fazer. Mas esse aprender me faz enxergar que estou me controlando e reconhecendo o limite dessa situação e de mim a ela. Ai, a racionalidade...
