Redigindo agora palavras não comuns a mim, de forma clara e direta, o meu desejo de ir a Brasília continua, porém tomarei outros rumos. O tal do "querer não é poder". Antes o querer me amarrar a corda, hoje o poder ter uma corda para lançar onde achar necessário. Acabei de voltar de São Paulo e a sensação de estar fora já foi de bom tamanho. Fora daqui; fora do eu; fora do bolo que existia. Não que eu precise sempre viajar para que possa me perceber, mas vejo que é bacana sair do picadeiro e visualizar as atrações da plateia, ver o outro lado. Ou até mesmo ir para os bastidores e repensar em um novo número. Não me pergunte qual número, no caso no circo, eu faço. Talvez todos, nem eu sei corretamente. Mas repito com vontade: É muito preciso olhar no espelho, me ver e sempre retocar a maquiagem.