terça-feira, 22 de maio de 2012

Notificar ou calar? Eis a questão.


Se existe um desafio que temos de enfrentar em nossa vida é conhecer nossos limites. Quando digo conhecer, é o do tipo refletir e ter controle sobre nós. É preciso uma boa consciência de si mesmo para não deixar a emoção tomar conta do seu ser; É preciso, em determinados momentos, abusar da razão e até apelar ao esconder-se do sentido (calar). 

Trabalhoso para que esse limite seja compreendido e posto em prática é, por exemplo, aprender a demonstrar e lidar com os sentimentos que são naturais, tais como amor, raiva, tristeza. Todos sentimos, não é!? O difícil - e ruim - é que emoções contidas por (eu aqui sinto motivos de trabalho) qualquer motivo que seja pode uma hora explodir, não no sentido de abrir a boca e soltar tudo de uma vez, mas como em uma inesperada doença. { Sabe aquela dor na cabeça de ontem? Vai saber }

A filosofia tem sido um grande auxilio na busca e entendimento de certas ações extras eu, de como devo me comportar, observar e externar - ou não. "Devo conversar com?" Esse desafio pode ser compreendido também como o autoconhecimento e o aprender a... E para que fique entendido como procuro esse aprendizado, é que a filosofia é sair do eu-comum, questionar-se e buscar muitas das vezes não respostas, mas novos questionamentos. E não que seja mais fácil ir com 'Sofia' e encontrar perguntas pelos questionamentos no lugar de respostas, é que dessa maneira eu estarei sempre em busca de mais conhecimento; estarei buscando me entender e tudo a minha volta, para assim encontrar o equilíbrio, os limites. 

“Questionar é criar condições de avançar. Para fazer uma pergunta, precisamos pensar que há algo no qual ainda não pensamos, precisamos saber que não sabemos algo. E isso nos põe em condições de aprender” (SARDI, 2004, p.14). 

Do desafio (um dos) que atualmente enfrento, retiro um aprendizado (de tantos) sobre o eu e a vida: Ser bonzinho é bom pra você e sua consciência, não para os outros. Poucos compreenderão suas atitudes, bem como o respeitarão; poucos o enxergarão. E dizendo em palavras diretas na vontade de gritar: - Estou engasgado, chateado e tendo fortes consequências psicológicas por não poder (mesmo) externar no ambiente em que desejo o fazer. Mas esse aprender me faz enxergar que estou me controlando e reconhecendo o limite dessa situação e de mim a ela. Ai, a racionalidade... 

segunda-feira, 26 de março de 2012

o vazio

hoje me dei um presente  para o resto dos dias - aquele que desejo aos queridos: uma xícara vazia. afinal, o vazio pode ser um espaço cheio de possibilidades. e eu estou acreditando e buscando cada vez mais nelas; são tantas. sou um explorador e os caminhos estão ai, para eu seguir ou criá-los.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

carnaval polaroid




ler à beira da praia, passear de jangada e treinar corrida com músicas da pasta "pôr-do-sol".
só faltou uma boa companhia, onde - na verdade - o ficar só fez parte do ser bom.
e o seu carnaval, como foi?

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

um desejo dois

Redigindo agora palavras não comuns a mim, de forma clara e direta, o meu desejo de ir a Brasília continua, porém tomarei outros rumos. O tal do "querer não é poder". Antes o querer me amarrar a corda, hoje o poder ter uma corda para lançar onde achar necessário. Acabei de voltar de São Paulo e a sensação de estar fora já foi de bom tamanho. Fora daqui; fora do eu; fora do bolo que existia. Não que eu precise sempre viajar para que possa me perceber, mas vejo que é bacana sair do picadeiro e visualizar as atrações da plateia, ver o outro lado. Ou até mesmo ir para os bastidores e repensar em um novo número. Não me pergunte qual número, no caso no circo, eu faço. Talvez todos, nem eu sei corretamente. Mas repito com vontade: É muito preciso olhar no espelho, me ver e sempre retocar a maquiagem.

domingo, 22 de janeiro de 2012

um desejo

se eu pudesse escolher um lugar para estar agora: fora daqui.

uma hora cansa (novamente o mesmo discurso), não aguento tanto fermento aumentando o tamanho do bolo.

um desejo: que o bolo seja consumido.
um problema: o bolo queimou.
uma vontade: olhar para mim.

uma hora cansa se preocupar com os outros, fazer demais para os demais. na realidade ninguém precisa saber o que se passa com você - ai está a surpresa para alguns: você é frio pra caramba!

uma coisa que ninguém enxerga: é tudo embalagem.

se as pessoas pudessem deixar sua ignorância e julgamentos de lado, as complicações seriam outras.

no momento: afasto-me e faço de propósito, é necessário!
me decidi: quero ir para Brasília. no momento em que eu mais precisei, surgiu uma corda puxando-me do poço... e só a encontrarei novamente por lá.

o maior desejo do momento: me amarrar a essa corda.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

no momento: raiva 2.0

quão leva perceber que chorar cansa? sofrer, reclamar, teclar, estar e relaxar... tudo isso também cansa, correto? a dificuldade em conversar, onde está? a preocupação com o outro, onde foi parar? já parou para refletir se não tem nada de errado acontecendo com a pessoa que está ao seu lado, que enquanto ela sorri no dia-a-dia, - na verdade - está machucada? já se olhou e pensou o quanto de preconceito você está carregando? já se perguntou se fez algo de errado e não encontrou respostas? esperar também cansa, sabia? a porra que estraga tudo é não ser compreendido.



Sei como que as coisas são
Mas nunca que vou compreender
Ignorância e julgamento sem porquê
Idéias que foram deixadas para trás
seguir em frente, o que passou não volta mais

Facilmente não existe por aqui
Simplesmente não é assim como se diz
posso até estar errado, mas não penso em desistir

Desconfio que foi sempre assim
Chega de mentir e de iludir
Encarar de frente é o que temos a fazer
Desconfio que é bem melhor assim

Ouvi dizer, muitos não estão mais nem ai
Para as palavras de um homem que está bem perto daqui
Melhor correr enquanto há tempo para nós
Antes que tudo vá pros ares sem ouvirem a nossa voz

CPM22 - Desconfio (sim)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

no momento: raiva

situações desnecessárias e desagradáveis que estragam a noite, o dia, a vida de um ser humano. tenho a impressão que solução seria a compreensão em saber que existem diferenças e momentos. ninguém é igual. e as nossas ações parecem ser sempre resultado do que sentimentos e queremos, mesmo que inversas. ninguém sabe, ninguém viu, ninguém nunca ouviu falar o quão é difícil não conhecer a pessoa que está ao seu lado há... desde que você nasceu. (palavrões)

domingo, 13 de novembro de 2011

e o amor?

não foi o amor que acabou, sim a história construída e montada pelo monstro escondido debaixo da minha cama, que voltou a dominar todo o meu quarto e me perseguir pelos dias que se seguem. e quanto ao amor, o choro não comove a mim... prejudica você! permita-se as possibilidades e construções, os caminhos são diversos. e quais personagens vão estar? isso não posso confirmar, mas eu adoro os super heróis, é tudo ficção mesmo.

[aqui entra uma foto revelada, mas que eu rasguei. perdi]